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Veja todas as stablecoins lastreadas ao real do Brasil

Stablecoins atreladas ao real (BRL) avançam no Brasil e integram movimento de adoção na América Latina

moeda de real (BRL)
Shutterstock

As stablecoins lastreadas ao real (BRL) são criptomoedas que buscam manter paridade de 1:1 com a moeda brasileira, tendo como lastro reservas em reais ou produtos financeiros vinculados ao real, como títulos públicos.

Esses ativos vêm ganhando espaço no mercado cripto brasileiro ao longo dos anos, pois oferecem uma alternativa digital mais estável para pagamentos, remessas, negociações em exchanges e aplicações em finanças descentralizadas (DeFi).

Leia também: O que são stablecoins e como usar essa classe de criptomoedas

Atualmente, seis stablecoins vinculadas ao real se destacam no mercado:

BRL1 – Criada por um consórcio de grandes exchanges brasileiras, incluindo Mercado Bitcoin (MB), Foxbit e Bitso, o BRL1 possui lastro em reais e títulos públicos. A stablecoin chegou ao mercado como a solução mais eficiente para transações entre plataformas cripto no Brasil.

BRZ – Uma das stablecoins em real mais antigas – e com o segundo maior fornecimento –, amplamente utilizada em exchanges e operações de liquidez;

cREAL– Oriunda do ecossistema Celo, voltada principalmente para aplicações em DeFi e pagamentos digitais;

BRLA – Lastreada em real com foco na integração entre o sistema financeiro tradicional e o mercado cripto. É a terceira no quesito fornecimento.

BBRL – Emitida pelo Braza Group, tem foco institucional e vem sendo usada em liquidações e pagamentos corporativos.

BRLV – Desenvolvida pela startup Crown, é atrelada ao real e 100% lastreada em títulos do governo brasileiro. É a maior da região em fornecimento.

Stablecoins na América Latina

Essas iniciativas fazem parte de um cenário mais amplo na América Latina. Segundo o relatório The State of Local Stablecoins – Latam, stablecoins atreladas a moedas locais devem movimentar cerca de R$ 32 bilhões na região até o fim de 2025.

Dados compilados pela plataforma Iporesearch apontam a existência de 11 emissores de stablecoins latino-americanas, com fornecimento total em torno de R$ 255 milhões e volume semanal de negociações próximo de R$ 880 milhões. A maior parte delas são emitidas nas redes Base e Polygon.

Além do Brasil, países como México e Colômbia também avançam com stablecoins lastreadas em moedas locais – MXNB, MXNE, e MXNT, lastreadas no peso mexicano; COPM e cCOP em peso colombiano –, reforçando o papel desses ativos como ferramentas estratégicas para a digitalização financeira na América Latina.

Oportunidade em XRP: o ativo que busca conectar bancos e sistemas de pagamento globais. Aproveite esse potencial de mercado e invista no MB em poucos cliques!