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Morgan Stanley irá lançar carteira digital para dar suporte a ativos tokenizados

Iniciativa faz parte de estratégia do Morgan Stanley que abrange serviços financeiros para local de trabalho e investimentos em mercados privados

Imagem da matéria: Morgan Stanley irá lançar carteira digital para dar suporte a ativos tokenizados
Foto: Shutterstock

O Morgan Stanley planeja lançar em 2026 uma carteira digital que será projetada para dar suporte a ativos tokenizados que vão desde investimentos tradicionais até participações em empresas privadas. 

A informação foi divulgada nesta quinta-feira (8) pela plataforma de análises financeiras Barron’s, que aponta que a iniciativa faz parte de uma estratégia mais ampla que também abrange serviços financeiros para o local de trabalho e investimentos em mercados privados.

Trata-se de mais uma movimentação do banco de investimentos no setor de criptoativos. Além da carteira, a instituição financeira também planeja introduzir a negociação de Bitcoin, Ethereum e Solana por meio de sua plataforma E*Trade no primeiro semestre de 2026.

Entrada no mercado de ETFs

Dois dias atrás, o banco já havia entrado com um pedido junto à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) para lançar ETFs que replicam o Bitcoin e a Solana.

De acordo com documentos apresentados à SEC, o banco submeteu formulários S-1 separados para o Morgan Stanley Bitcoin Trust e para o Morgan Stanley Solana Trust. No caso do produto atrelado à Solana, o registro prevê ainda a possibilidade de staking, um diferencial que pode ampliar o retorno potencial do fundo ao capturar recompensas da rede, além da valorização do ativo.

Cripto para todos os clientes

Em outubro do ano passado, o banco decidiu ampliar o acesso às criptomoedas para todos os seus clientes, incluindo contas de aposentadoria. Até então essa opção ficava disponível apenas para investidores com perfil de risco agressivo e pelo US$ 1,5 milhão em ativos. 

O Morgan Stanley tem se aproximado cada vez mais do mundo das criptomoedas. Em relatório de 1º de outubro, o banco recomendou alocações em criptomoedas em até 4% nas carteiras de clientes mais agressivos. A orientação complementa a mudança de postura de Wall Street sobre como os ativos digitais devem se encaixar em carteiras multiativos tradicionais.

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