O mercado de criptomoedas opera hoje em tom de correção. O Bitcoin vem oscilando perto de US$ 88 mil depois que o Fed manteve a faixa de juros em 3,50%–3,75%, decisão que seguiu três cortes no fim do ano passado.
Nesta manhã de quinta-feira, o Bitcoin é cotado em US$ 87.895, com queda de 1% em 24 horas e 2,1% em sete dias; em reais, a moeda é cotada em cerca de R$ 456.700, segundo dados do Portal do Bitcoin. O movimento reflete um apetite menor por risco e a preferência temporária por ativos considerados reservas de valor.
Entre as principais altcoins, o Ethereum negocia perto de US$ 2.944, com baixa de 2,5% no dia. Solana, XRP e Dogecoin recuaram entre 2% e 4%, acompanhando o cenário negativo das 100 maiores criptomoedas.
Operadores dizem que o Bitcoin tem se comportado mais como ativo de alto beta — sensível a liquidez e fluxo global — do que como hedge macroeconômico, o que explica a correlação com quedas em momentos de fortalecimento do dólar.
As commodities voltaram a dominar o noticiário: ouro acima de US$ 5 mil por onça, prata atingindo US$ 100 e cobre em alta. O índice do dólar registrou seu maior ganho diário desde novembro após declarações de apoio à moeda forte e a manutenção da política monetária pelo Fed, favorecendo fluxos para metais e penalizando ativos de risco como criptomoedas. Com isso, o Bitcoin segue cerca de 30% abaixo do pico de outubro, de US$ 120 mil.
Do ponto de vista técnico, analisou o CoinDesk, o relatórios apontam resistência próxima a US$ 89 mil — reforçada pela média móvel de 50 dias — e suporte em torno de US$ 85 mil, cenário que indica consolidação sem impulso claro.
Com a decisão do Fed já no mercado, o foco agora se desloca para resultados das gigantes de tecnologia e para qualquer choque macro (ações, títulos ou câmbio) que possa reacender volatilidade entre os ativos.
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