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Hashrate do Bitcoin atinge novo recorde e ultrapassa 1 zettahash por segundo

Nunca houve tanto poder computacional empregado na rede do Bitcoin, o que torna a mineração uma atividade cada vez mais difícil

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O hashrate do Bitcoin atingiu a histórica marca de 1 zettahash por segundo (ZH/s) na última sexta-feira (4), representando o maior nível de poder computacional já registrado na rede.

Os dados são da empresa de análises Glassnode, que aponta que, até então, o maior pico havia ocorrido em 31 de janeiro, com 975 exahashes por segundo (EH/s), conforme mostra reportagem do CoinDesk.

Além disso, no domingo (6), a rede do Bitcoin aumentou sua dificuldade de mineração em 7%, alcançando também um recorde histórico: 121,5 trilhões (T). Esse mecanismo tem como objetivo manter a média de um novo bloco sendo adicionado à blockchain a cada dez minutos.

Segundo a Glassnode, dos últimos 17 ajustes de dificuldade, 14 foram positivos, ou seja, aumentaram a dificuldade para minerar um novo bloco.

O aumento da dificuldade, o recorde de poder computacional na rede, a queda no preço do Bitcoin e as baixas taxas de transação são fatores que, em conjunto, têm tornado a mineração de BTC cada vez menos lucrativa.

De acordo com reportagem do CoinDesk, a receita diária por exahash de poder computacional caiu para US$ 42,40, o menor valor já registrado. Essa métrica, conhecida como hashprice, mede a rentabilidade do minerador em relação ao poder computacional empregado na rede.