Uma nova stablecoin lastreada em reais chegou ao mercado. Trata-se da BRLN, que foi desenvolvida pela Núclea e foi criada para dar suporte a processos de liquidação, compensação e integração entre diferentes soluções de ativos digitais operadas pela companhia.
A arquitetura da BRLN já prevê capacidade de integração com redes públicas, um movimento que a empresa afirma que será ativado futuramente, de forma gradual, “acompanhando as necessidades dos clientes, a evolução regulatória e o plano de governança tecnológica da empresa”.
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A BRLN se conecta ao conjunto de soluções da Núclea, apoiando serviços de registro, liquidação e iniciativas de tokenização já em operação dentro da companhia. Nesta primeira fase, a moeda digital fortalece a eficiência dos processos existentes, como o N-COTAS por exemplo, serviço de consolidação e leilão de cotas de consórcio, mas também prepara terreno para novos modelos digitais que venham a ser construídos no ecossistema.
“A BRLN representa um passo decisivo para a infraestrutura de ativos digitais no Brasil. Levamos para o ambiente blockchain a mesma credibilidade e robustez que há décadas sustentam as operações críticas do sistema financeiro nacional”, afirma Rodrigo Furiato, vice-presidente de Negócios da Núclea.
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